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Texto sobre Política - por Marco António Oliveira Ás tantas, vou falando sobre Política... 19-4-2018 De repente, acordando de um sonho, veio-me ao pensamento a ideia de um novo ideal político... Ocorrem estas coisas por vezes ao tomarmos um café, quando vemos desertos, quando estamos no meio de desertos de ideias sem um único oásis que apareça que não seja algo já embalado, algo já falado, encenado, debatido até à exaustão, filmado para o direto insólito da TV cheio de make up e poses urgentes para que haja audiência. Vai ser aqui algo de muito resumido, isto pouco trabalhado ainda está, mas servirá para dar uma pequena achega do que sonhei esta madrugada. Apareceu primeiro, como num esboço cheio de riscos oníricos, o principio da regra de ouro cristã: Faz aos outros aquilo que queres que te façam a ti... E fui desenvolvendo isto, refletindo isto em projeto humano para a Pólis... Segue-se mais uma utopia à português... Assim, fui meditando o seguinte, se fizermos ao outro o ...
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Texto: Pensando livremente no Jardim das Vitórias - por Marco António Oliveira 11/4/2017 Pensando livremente no Jardim das Vitórias Pensando livremente nos jardim das vitórias, eu vi um mundo que tem de ter ideais para fugir ao império das máquinas e dos comprimidos que anda por aí, esse império que mina lentamente o espirito popular português numa modorra de sentir, cada vez mais amaciado, efeminado, mole, meditando num vazio sem luz ao fundo que torna a vida uma vida sem obras, que não tem quaisquer desejos de superação de si própria, que se torna uma cópia imperfeita de algo já feito, uma marca registada do imperialismo que constrói robots em vez de seres humanos livres e plenamente desenvolvidos. Neste jardim onde penso, a vida pode ser algo mais do que este politiquismo do troca de acusações showbiz que olha mais para si ao espelho, como um Narciso Fakebookiano, do que para as reais necessidades do povo, que calado, amedrontado, consente. Nos palcos de hoje vemos cada v...
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Texto: Pensando livremente acerca da eutanásia - por Marco António Oliveira Ouvi por aí que se quer legalizar a eutanásia, pelo menos há uma proposta que está em discussão no parlamento. Fiquei chocado. Querem matar pessoas legalmente. Fiquei chocado pois este tipo de leis legaliza simplesmente uma coisa, o matar alguém que sofre. Este fim faz uma coisa, mata-se uma pessoa como se mata um animal apenas porque sofre e não se tenta saber as causas reais porque sofre ou as causas ocultas por que sofre que têm sempre em conta leis de causa de efeito muitas vezes não descortinadas pela medicina. Num país onde se fez uma revolução para acabar com ideias dogmáticas paternalistas que impunham visões de mundo estreitas nomeadamente em certas crenças espiritualistas, politicas e de ideias, o que estamos a ver é que leis como estas legalizam a morte como se ela fosse um direito da sociedade em eugenizar. Os médicos têm o dever profissional humano, legal e de honra, um documento chamado ju...
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E vamos vendo alguns livros nas livrarias que de repente folheamos. Peguei num deles, um destes dias, no oitava avenida quase que ao acaso. Ouvi falar desde à muito tempo que houveram escritores que usavam este tipo de ideias... E de repente comecei a ler... Alguns apontamentos sobre filosofia Zen... Dei uma leitura mais atenta e estava de facto a ver um livro que falava sobre a filosofia Zen. Filosofia Zen... Ás tantas deparei-me com um poema Zen elucidativo do caminho para a iluminação (satori) . Li-o e isso fez-me pensar: O Caminho Perfeito não é difícil Recusa-se, simplesmente, a manifestar preferências. Apenas quando liberto do ódio e do amor Se revela por completo e sem segredos. (D.T. Suzuki, Essays in Zen Buddhism, London, Rider, 1970) Depois, fui lendo o livro e vi estas partes: Os 10 preceitos maiores segundo o Zen budismo são: Juro não matar Juro não roubar Juro não ter comportamentos sexuais ofensivos Juro não mentir Juro nã...
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Pensando livremente sobre o fenómeno do futebol Pensando livremente sobre o fenómeno do futebol pode-se constatar a evolução que este jogo teve  tornando-se hoje um verdadeiro espetáculo de massas em vez de um jogo de honra entre cavalheiros. Lembre-se por exemplo nos idos anos 60 onde os futebolistas trabalhavam e até estudavam de dia para treinar durante a noite e jogar aos fins de semana. Havia honra e amor leal à camisola que envergavam que chegava a ser muitas vezes uma segunda família. Hoje, o que se passa é a banalização dos jogos, o comércio das emoções humanas, o mercado em volta do futebol que muitas das vezes vale ainda mais monetariamente do que o jogo em si, isto é, interessa mais as audiências do que o fervor da massa adepta, essa é o motor para se incitar ainda mais emoção trabalhada dia a dia na comunicação social. Vive-se um excesso de futebol nas televisões, nas rádios e nos jornais, dispersando as pessoas de assuntos que podem ter mais relevância públi...
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***** Pensando livremente a espuma dos dias... ***** A quantidade de informação que está na internet e que circula pelas redes sociais assimila-se muito aquilo que o sociólogo Zygmunt Bauman falou como sendo algo de "líquido". Por "líquido" entende-se algo de permanentemente mutável, não estável, não palpável, volátil, escorregadio como a água... Vivemos num mundo líquido segundo este sociólogo. Isto nos mais diversos níveis, desde as relações humanas, à informação que se consome, aos objetos que se consomem, aos próprios ideais que se consomem... Tudo isto é volátil como a água, diz-nos ele. Dá que pensar... Afinal, todo o nosso mundo é volátil, não seguro (como dizia Camões num dos seus sonetos), impermanente (como dizem os budistas) e está sempre a mudar. Nada mais óbvio, penso que temos isso como uma verdade garantida. Ora se tudo muda, afinal, o que é estável neste mundo? É a própria mudança. A própria sede de mudar e de beber esta água volát...
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Pensando livremente sobre o uso de armas nos nossos dias... Ao saber do que se vai passando nos Estados Unidos, falando dos constantes tiroteios que ceifam a vida a inocentes, não podemos deixar de pensar no erro que é deixar as pessoas comprarem livremente armas... Estranho ainda mais em tudo isto é dizer que os professores devem usar armas nas escolas... Surreal... A escola, um local de educação da paz, da cidadania não violenta, culta, instruída, de modo nenhum é um local de tiroteios e cowboys. As pessoas más com armas não devem ser paradas por pessoas boas com armas mas sim com desarmamento geral e só ficam com armas quem tem a comprovada sanidade e a devida responsabilidade de garantir a segurança de todos os cidadãos que, e ainda mais em tempo de paz, não necessitam de armas para coisa nenhuma pois têm os agentes da segurança cuja função é mesmo essa, garantir a segurança de todos e do bem comum. Com o avanço das tecnologias, vendo a evolução das vigilâncias...