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A mostrar mensagens de janeiro, 2019
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Peço que olhem para estas imagens com olhos de ver e reflitam um pouco. O artista chama-se Steve Cutts. A arte, tal como no tempos de Gil Vicente, tem um estranho poder que se pode dizer numa frase: "A rir se vai castigando a moral…" Imagens de Steve Cutts… Deixo-vos um pequeno filme, com cerca de 4 minutos, sobre um estranho personagem… Observem bem este ser muito especial: https://www.youtube.com/watch?v=WfGMYdalClU
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Ao verificar certos contextos de trabalho, certos casos que aparecem na comunicação social e certas vivências descritas em livros e em pensadores que sabem do assunto, vai-se ainda verificando a existência de alguns abusos no que diz respeito às condições em que as pessoas laboram. Nascemos com o dever de trabalhar para garantir o sustento, pagar as contas, ter acesso a algumas oportunidades de vida, melhores ou piores é uma questão de gosto pessoal, penso enfim, que não nascemos, de todo, para não sermos dignificados nas nossas artes e na nossa condição de artífices do nosso destino. No entanto, e no campo da arte, podemos verificar algumas críticas pertinentes a certos ambientes de trabalho onde assistimos dia a dia a uma verdadeira corrida em volta de uma roda de hamster que roda e roda para, enfim, não a ir para nenhum lado em especial. E no fim perguntamos:  Afinal qual é o sentido de tanta correria?  Fica uma resposta possível através destes dois víd...
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Pensamentos avulsos sobre as redes sociais e tecnologias 2019: Depois de observar um pouco o mundo ao meu redor, na posição de mero espectador, livre, autónomo, cheguei a algumas conclusões, que passo a partilhar com vocês: As redes sociais, vistas de uma certa maneira, foram criadas e perpetuadas para servirem, a meu ver, 6 propósitos: - Para fazer dinheiro através de nós. - Para obter livremente os nossos dados privados. - Para causar um facto novo -  que cada um de nós se autoincrimine. - Para as pessoas saberem de nós e o que fazemos. - Para manipular as pessoas. - Para facilitar atos menos lícitos. As redes sociais fizeram tudo isso sob a capa da liberdade, do amor, da unidade, de podermos ter um mundo mais próximo, de fazer com que as pessoas se juntem, enfim… Blá-blá-blá nerd. Eu pergunto o seguinte:  Depois que o fenómeno das redes sociais começou, sentimos que de facto o mundo se tornou um lugar de mais liberdade, de amor, de...
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Ao fazer leituras por certos livros de culturas de países distantes, tive a sorte de ter este nas mãos: Bhagavad Gita, o livro sagrado dos povos hindus. Ao ler com avidez estes conceitos revolucionariamente novos, com milhares de anos de tradição, encontrei uma citação que me deixou sem fôlego: "As dualidades vão e vêm. Mas o estado livre de dualidade é eterno, imortal, de paz sem fim, de alegria constante - Permanece nesse estado!" Este conselho davam os sábios indianos à milhares de anos atrás… As dualidades são: Bem, Mal, Claro, Escuro, Noite, Dia, Preto, Branco, Verdadeiro, Falso, Sim, Não…  É toda a lógica binária racionalista que exclui e que divide todas as coisas em dois. Ao pensar algo como bom eu excluo automaticamente o resto que não está aí contemplado e julgo-o como mau. Ao dizer que algo é o bem eu estou a dizer que o que não é igual a esse bem é o mal... Dividimos a nossa perceção do mundo em dois quando usamos a dualidade: algo que se ident...
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Ao caminhar sozinho pelo parque, imerso na Natureza, no luxuriante silêncio por entre os pássaros e o abanar dos ramos das árvores ao vento, surgiu-me esta ideia: Associei os media com a confusão dos nossos pensamentos do dia a dia. E fui construindo esta ideia com outras associações… Observei que os media, hoje em dia, são um enorme e contínuo ruído. Um ruído desnecessário, não edificante, que nos faz alhear da realidade, que nos faz adiar mudanças, que apenas preenche a solidão… O tempo que gastamos com informação supérflua… Comparo isto tudo à confusão dos nossos pensamentos, que surgem em cascata, sucessivos, numa sobrecarga igualzinha à overdose de informação que os média nos vertem na consciência. … Ali, no meio do silêncio pacificador do parque, então, subitamente pensei: É urgente pacificarmo-nos do excesso de ruído inútil. Precisamos de nos purificar do ruído. As crianças hoje em dia não têm sequer vinte segundos de concentração contínua... Como é que se podem...