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A mostrar mensagens de fevereiro, 2018
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Pensando livremente sobre o uso de armas nos nossos dias... Ao saber do que se vai passando nos Estados Unidos, falando dos constantes tiroteios que ceifam a vida a inocentes, não podemos deixar de pensar no erro que é deixar as pessoas comprarem livremente armas... Estranho ainda mais em tudo isto é dizer que os professores devem usar armas nas escolas... Surreal... A escola, um local de educação da paz, da cidadania não violenta, culta, instruída, de modo nenhum é um local de tiroteios e cowboys. As pessoas más com armas não devem ser paradas por pessoas boas com armas mas sim com desarmamento geral e só ficam com armas quem tem a comprovada sanidade e a devida responsabilidade de garantir a segurança de todos os cidadãos que, e ainda mais em tempo de paz, não necessitam de armas para coisa nenhuma pois têm os agentes da segurança cuja função é mesmo essa, garantir a segurança de todos e do bem comum. Com o avanço das tecnologias, vendo a evolução das vigilâncias...
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Pensando livremente nestes tempos sobre os efeitos do álcool, das drogas e do tabaco nas pessoas... Ao longo destes dias fui pensando acerca dos efeitos que estes entorpecedores da consciência (álcool, drogas e tabaco) têm nas pessoas e nas sociedades. Cheguei a conclusões minhas, e serão sempre minhas, pois, em tempos, e aqui o confesso, usei alguns destes entorpecedores no auge da minha ignorância juvenil, ignorância crassa acerca dos efeitos destas 'coisas' para com a saúde e para com as pessoas em redor. Neste drama cósmico em que vivemos, penso que não há tempo sequer para perdermos tempo em nos anestesiarmos voluntariamente com estes obstáculos à saúde plena e à alegria de viver. Um corpo não pode atingir o seu máximo potencial, a todos os níveis, se usar estas drogas. Automaticamente este fica, sem a mínima dúvida, mais debilitado e vitima certa de doenças que em breve o assolarão, como um mau dono de uma casa (o corpo) que deixa entrar nela parasitas, caos e d...
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*** "Uma pessoa só está verdadeiramente viva quando a sua alegria está em querer bem a outros." - J.W. Goethe *** Frase de génio que nos dá uma pequena noção do que pode ser a felicidade. Ela não está na fama, no dinheiro, no amor, na honra, no nome, no ego projetado para milhões de pessoas. Está simplesmente em servir e querer bem aos outros... É tão simples e tão difícil, reflete mesmo o contrário do que todos inconscientemente queremos que é, por erro, a satisfação do ego de Narciso nas cenas múltiplas da vida, com o risco seguro de nos afogarmos como ele em nas águas do sofrimento, sendo depois pequenos nadas boiando mortos na história. A solução para esse excesso de ego que procura a satisfação imberbe está sem dúvida no lento domínio de si mesmo, no serviço e no genuíno querer bem aos outros, os que não são o 'eu' mas, que no fundo, são irmãos e irmãs em evolução aqui pelo mundo. Pois no fundo, o outro está em mim mesmo. Eu sou Tu e Tu é...
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*** Bento Espinosa - Ideias soltas *** Li recentente um livro de filosofia que falava de um famoso filósofo descendente de portugueses. Bento Espinosa. Fiquei com estas ideias que reti de um livro famoso chamado "Ética". Ideias de Bento Espinosa: Deus é a causa de todas as coisas, que estão Nele. A mente e o corpo são unos. A mente humana é parte do intelecto infinito de Deus. Espinosa acreditava num panteísmo, ou seja, que Deus é o mundo e o mundo é Deus. Mas Deus, segundo ele, é muito mais do que o mundo. Deus é a causa imanente do mundo, Deus está no mundo, o mundo está em Deus e a existência e a essência do mundo se explicam pela existência e essência de Deus. Apreciar plenamente, segundo Espinosa, implica alcançar o mais elevado estado de liberdade e de salvação possível, um estado que designa por 'santidade'. Fantástico... Poder abarcar as ideias de Espinosa é um voo das ideias bastante grande que talv...
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*** Visita cultural à terra do escritor Miguel Torga - encontrei um amigo...*** Era um dia de sol, um Sábado lindo de Outubro, com o céu azul no meu olhar e lá fomos, devorando a estrada até S. Martinho da Anta, Sabrosa, Trás-os-Montes. Iamos à casa do escritor Miguel Torga, um dos melhores que conheço em Portugal. Fomos até à casa onde nasceu, uma modesta casa no centro de S. Martinho, palco da vinda a esta luz de um dos grandes da literatura portuguesa. Como teria sido quando ali nasceu, imaginei eu, naquele dia de Agosto de 1907? De onde viera? Que cara teria antes de nascer? Que missão teria este irmão das letras? Ficamos a ouvir alguns poemas seus junto à casa, e a minha imaginação voou quando ele descreve a sua estada confortável no berço à espera do colo da mãe. O bebé Adolfo, um dia um dos grandes na literatura lusa. Cresceu, foi para o Brasil, trabalhou duro lá, não ganhou um tostão trabalhando para o tio, e voltou para Portugal, quatro anos depo...