E vamos vendo alguns livros nas livrarias que de repente folheamos.
Peguei num deles, um destes dias, no oitava avenida quase que ao acaso.
Ouvi falar desde à muito tempo que houveram escritores que usavam este tipo de ideias...
E de repente comecei a ler...
Alguns apontamentos sobre filosofia Zen...
Dei uma leitura mais atenta e estava de facto a ver um livro que falava sobre a filosofia Zen.
Filosofia Zen...
Ás tantas deparei-me com um poema Zen elucidativo do caminho para a iluminação (satori) .
Li-o e isso fez-me pensar:
O Caminho Perfeito não é difícil
Recusa-se, simplesmente, a manifestar preferências.
Apenas quando liberto do ódio e do amor
Se revela por completo e sem segredos.
(D.T. Suzuki, Essays in Zen Buddhism, London, Rider, 1970)
Depois, fui lendo o livro e vi estas partes:
Os 10 preceitos maiores segundo o Zen budismo são:
Juro não matar
Juro não roubar
Juro não ter comportamentos sexuais ofensivos
Juro não mentir
Juro não usar substâncias tóxicas
Juro não falar sobre os defeitos dos outros
Juro não ser arrogante e difamar os outros
Juro não mostrar relutância em ajudar os outros a alcançar a iluminação
Juro não ser dominado pela ira
Juro não ofender os 3 tesouros: Buda, Darma e Sanga
No final de cada meditação (zazen), o praticante Zen formula os seguintes votos:
Os seres sensíveis são incontáveis, juro salvá-los a todos
As paixões são incontáveis, juro erradicá-las a todas
Os portões do Darma são inúmeros, juro transpô-los a todos
O caminho de Buda é incomparável, juro realizá-lo
As seis perfeições que o praticante Zen deve realizar pelo caminho:
Generosidade
Moralidade
Paciência
Empenho
Meditação
Sabedoria
Os grandes ideais Zen que dão sentido à existência, ao caminho do peregrino, são:
Compaixão
Sabedoria
Fiquei curioso sobre esta forma de entender o mundo. Resolvi investigar mais na net e no youtube.
Depois, fui lendo o livro e vi estas partes:
Os 10 preceitos maiores segundo o Zen budismo são:
Juro não matar
Juro não roubar
Juro não ter comportamentos sexuais ofensivos
Juro não mentir
Juro não usar substâncias tóxicas
Juro não falar sobre os defeitos dos outros
Juro não ser arrogante e difamar os outros
Juro não mostrar relutância em ajudar os outros a alcançar a iluminação
Juro não ser dominado pela ira
Juro não ofender os 3 tesouros: Buda, Darma e Sanga
No final de cada meditação (zazen), o praticante Zen formula os seguintes votos:
Os seres sensíveis são incontáveis, juro salvá-los a todos
As paixões são incontáveis, juro erradicá-las a todas
Os portões do Darma são inúmeros, juro transpô-los a todos
O caminho de Buda é incomparável, juro realizá-lo
As seis perfeições que o praticante Zen deve realizar pelo caminho:
Generosidade
Moralidade
Paciência
Empenho
Meditação
Sabedoria
Os grandes ideais Zen que dão sentido à existência, ao caminho do peregrino, são:
Compaixão
Sabedoria
Fiquei curioso sobre esta forma de entender o mundo. Resolvi investigar mais na net e no youtube.
https://drive.google.com/file/d/19Aly9cpArhBmRZHxuASAlP6lVsVvTR2Z/view?usp=sharing
Encontrei uma monja Zen, alguém que ensina muito bem os preceitos aplicados nesta filosofia aos dias de hoje, a monja Coen:
https://www.youtube.com/results?search_query=monja+coen
Depois, há a história dos 10 touros, que começa assim:
Existem 10 fases que um menino tem de passar para encontrar a espiritualidade verdadeira, o Zen puro:
1º A busca do touro - o touro foi perdido, o que simboliza a perda da espiritualidade. Devido à sua separação da Natureza de Buda e à ilusão provocada pelos sentidos, o rapaz não consegue encontrar o touro.
2º A descoberta das pegadas - Não obstante a sua própria desorientação, o rapaz encontra as pegadas do touro com a ajuda das escrituras.
3º A perceção do touro - A natureza verdadeira do rapaz é descerrada através do som. Este penetra nas origens das coisas e os seus sentidos estão tranquilos e tornaram-se harmoniosos.
4º Apanhar o touro - O rapaz apanhou o touro, mas este é difícil de controlar e quer regressar às pastagens que encontrou. O rapaz tem de exercer o controlo através da firmeza.
5º Domar o touro - Finalmente, o touro está sob controlo e o rapaz pode levá-lo sem problemas.
6º Montar o touro de regresso a casa - A luta terminou. O rapaz ultrapassou o ganho e a perda. Monta o seu touro amansado, tocando flauta. O seu coração enche-se de uma alegria indescritível.
7º Ultrapassar o touro - O rapaz está só. Já não vê o touro como um ser distinto de si e considera-o um símbolo de que já não necessita. Agora está completo e em paz.
8º Ultrapassar o touro e o Eu. Tanto o rapaz como o touro desapareceram e nem sequer resta o conceito de santidade. Neste estado de esvaziamento é possível viver a plenitude da vida.
9º Alcançar a fonte. O rapaz permanece na mente imóvel. Tem a perceção do mundo tal como ele é, em fluxo constante - os rios correm, as aves voam, as árvores florescem - mas ele próprio está para além da mudança.
10º No mundo - o rapaz regressa ao mundo como um homem livre que transcendeu a dualidade. Tudo faz com o seu "eu" completo, pois nada tem a ganhar ou a perder. Personifica o ideal do bodhisattva e priva-se da libertação, a fim de ajudar os outros.
Ensinamentos Zen de Bodhidarma, um grande mestre Zen, ao dispor no seguinte link:
https://drive.google.com/file/d/1PCTveu6-mwVMR2mC4RndQMgE4IAqJLRc/view?usp=sharing
Li alguns sutras, palavras de sabedoria e fiquei a pensar também:
"Quando encontras alguma adversidade não te zangues porque faz sentido."
"Sucesso e infortúnio dependem de condições que são o fruto de sementes semeadas no passado."
"Procurar é sofrer, procurar nada é prazer."
"Mesmo praticando as seis perfeições, no fundo não se pratica nada."
"Tudo o que aparece nos reinos vem da mente."
"Invocar budas resulta em bom karma, recitar sutras resulta numa boa memória, manter os preceitos resulta num bom renascimento, fazer ofertas resulta em bençãos futuras, mas aí não está o Buda. O Buda está em ti mesmo."
Procurar a iluminação está em nós mesmos, pensei.
Acho que ao contrário das contas de luz que pagamos este tipo de iluminação é bem mais barata...
E há pessoas no mundo que vivem disto uma vida toda, a ter boas iluminações...
Tranquilas, sossegadas, sem contas para pagar, nos seus mosteiros.
Aparecem por vezes as suas vozes ao serem lidas estas frases num livro casual, sem se dar por isso, num país onde fecham as livrarias e onde cada vez mais se tomam antidepressivos...
Quando instauraram a república neste país diziam que os monges eram seres inúteis que deviam trabalhar para a sociedade.
Um excesso tem sempre o seu contrário como consequência...
Ora et labora já diziam os antigos...


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