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Peço que olhem para estas imagens com olhos de ver e reflitam um pouco. O artista chama-se Steve Cutts. A arte, tal como no tempos de Gil Vicente, tem um estranho poder que se pode dizer numa frase: "A rir se vai castigando a moral…" Imagens de Steve Cutts… Deixo-vos um pequeno filme, com cerca de 4 minutos, sobre um estranho personagem… Observem bem este ser muito especial: https://www.youtube.com/watch?v=WfGMYdalClU
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Ao verificar certos contextos de trabalho, certos casos que aparecem na comunicação social e certas vivências descritas em livros e em pensadores que sabem do assunto, vai-se ainda verificando a existência de alguns abusos no que diz respeito às condições em que as pessoas laboram. Nascemos com o dever de trabalhar para garantir o sustento, pagar as contas, ter acesso a algumas oportunidades de vida, melhores ou piores é uma questão de gosto pessoal, penso enfim, que não nascemos, de todo, para não sermos dignificados nas nossas artes e na nossa condição de artífices do nosso destino. No entanto, e no campo da arte, podemos verificar algumas críticas pertinentes a certos ambientes de trabalho onde assistimos dia a dia a uma verdadeira corrida em volta de uma roda de hamster que roda e roda para, enfim, não a ir para nenhum lado em especial. E no fim perguntamos:  Afinal qual é o sentido de tanta correria?  Fica uma resposta possível através destes dois víd...
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Pensamentos avulsos sobre as redes sociais e tecnologias 2019: Depois de observar um pouco o mundo ao meu redor, na posição de mero espectador, livre, autónomo, cheguei a algumas conclusões, que passo a partilhar com vocês: As redes sociais, vistas de uma certa maneira, foram criadas e perpetuadas para servirem, a meu ver, 6 propósitos: - Para fazer dinheiro através de nós. - Para obter livremente os nossos dados privados. - Para causar um facto novo -  que cada um de nós se autoincrimine. - Para as pessoas saberem de nós e o que fazemos. - Para manipular as pessoas. - Para facilitar atos menos lícitos. As redes sociais fizeram tudo isso sob a capa da liberdade, do amor, da unidade, de podermos ter um mundo mais próximo, de fazer com que as pessoas se juntem, enfim… Blá-blá-blá nerd. Eu pergunto o seguinte:  Depois que o fenómeno das redes sociais começou, sentimos que de facto o mundo se tornou um lugar de mais liberdade, de amor, de...
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Ao fazer leituras por certos livros de culturas de países distantes, tive a sorte de ter este nas mãos: Bhagavad Gita, o livro sagrado dos povos hindus. Ao ler com avidez estes conceitos revolucionariamente novos, com milhares de anos de tradição, encontrei uma citação que me deixou sem fôlego: "As dualidades vão e vêm. Mas o estado livre de dualidade é eterno, imortal, de paz sem fim, de alegria constante - Permanece nesse estado!" Este conselho davam os sábios indianos à milhares de anos atrás… As dualidades são: Bem, Mal, Claro, Escuro, Noite, Dia, Preto, Branco, Verdadeiro, Falso, Sim, Não…  É toda a lógica binária racionalista que exclui e que divide todas as coisas em dois. Ao pensar algo como bom eu excluo automaticamente o resto que não está aí contemplado e julgo-o como mau. Ao dizer que algo é o bem eu estou a dizer que o que não é igual a esse bem é o mal... Dividimos a nossa perceção do mundo em dois quando usamos a dualidade: algo que se ident...
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Ao caminhar sozinho pelo parque, imerso na Natureza, no luxuriante silêncio por entre os pássaros e o abanar dos ramos das árvores ao vento, surgiu-me esta ideia: Associei os media com a confusão dos nossos pensamentos do dia a dia. E fui construindo esta ideia com outras associações… Observei que os media, hoje em dia, são um enorme e contínuo ruído. Um ruído desnecessário, não edificante, que nos faz alhear da realidade, que nos faz adiar mudanças, que apenas preenche a solidão… O tempo que gastamos com informação supérflua… Comparo isto tudo à confusão dos nossos pensamentos, que surgem em cascata, sucessivos, numa sobrecarga igualzinha à overdose de informação que os média nos vertem na consciência. … Ali, no meio do silêncio pacificador do parque, então, subitamente pensei: É urgente pacificarmo-nos do excesso de ruído inútil. Precisamos de nos purificar do ruído. As crianças hoje em dia não têm sequer vinte segundos de concentração contínua... Como é que se podem...
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28-12-2018 Super autoestradas da informação Acerca de um artigo de José Pacheco Pereira "O ruído do mundo", in Público, 24 de Novembro de 2018 Lendo um artigo deste autor, pude constatar que nesta era de superinformação à escala global, existem graves defeitos naquilo a que podemos chamar a grande teia, a World Wide Web. Anos de análise e de experiência junto de computadores, sites, e webs fizeram-me pensar, como fazem pensar muita gente, acerca de algumas ideias que gostaria de deixar aqui escritas. Ao navegar pela net, ao trocar experiências, ao analisar e pesar tudo, podemos chegar à conclusão de que a atual abundância de fontes noticiosas e a facilidade de acesso permanente à informação, muitas vezes apresentada de forma não diferenciada como entretenimento, em alta velocidade e disponível vinte e quatro horas por dia, em vez de informar melhor as pessoas contribui para que elas fiquem mais confusas e distraídas do que se passa à sua volta. Veja-se o fenómeno...