Ao verificar certos contextos de trabalho, certos casos que aparecem na comunicação social e certas vivências descritas em livros e em pensadores que sabem do assunto, vai-se ainda verificando a existência de alguns abusos no que diz respeito às condições em que as pessoas laboram.
Nascemos com o dever de trabalhar para garantir o sustento, pagar as contas, ter acesso a algumas oportunidades de vida, melhores ou piores é uma questão de gosto pessoal, penso enfim, que não nascemos, de todo, para não sermos dignificados nas nossas artes e na nossa condição de artífices do nosso destino.
No entanto, e no campo da arte, podemos verificar algumas críticas pertinentes a certos ambientes de trabalho onde assistimos dia a dia a uma verdadeira corrida em volta de uma roda de hamster que roda e roda para, enfim, não a ir para nenhum lado em especial.
E no fim perguntamos: 
Afinal qual é o sentido de tanta correria? 
Fica uma resposta possível através destes dois vídeos que gostaria de deixar para reflexão aos leitores destas crónicas.
Estamos a chegar a um ponto onde verificamos que a arte, deixou de ser um bem cultural fútil para se fruir no ócio, a chamada arte inútil, e passou a ser, enfim, uma verdadeira arte da guerra.
Guerra sem violência, convenhamos, mas guerra pela dignificação do bem estar e ser comum...

The Employment




Rat Race - By Steve Cutts





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